domingo, 11 de agosto de 2013

O pai que carrego em mim


Roda gigante.
Bola de chiclete.
Pipa colorindo o céu.
Braços abertos na porta da escola.
Cai, levanta.
Amarra meu tênis?
Esconde-esconde.
Bolha de sabão.
Festa junina.
Adivinha o formato daquela nuvem?
Língua de gato.
Bala chita.
Me leva no altar?
Parei de fumar.
Ombro, colo, abraço, riso.
Quanto mais a gente cresce,
mais cresce o amor que a gente sente.
Tão presente, tão sempre,
tão grande, tão pai.

Um comentário:

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